O primeiro-ministro português, Luís Montenegro, classificou a eleição de Portugal para o Conselho de Segurança das Nações Unidas como uma “grande conquista” do país. A declaração foi feita após o anúncio dos resultados, que garantiram a Portugal um lugar no órgão mais influente da ONU para o biénio 2027-2028.
Montenegro sublinhou que Portugal pretende contribuir com as suas características de “construtor de pontes” no Conselho, apostando no diálogo, na diplomacia e no multilateralismo como ferramentas essenciais para enfrentar os grandes desafios e conflitos globais. “Portugal quer ajudar o Conselho de Segurança com as suas características de construtor de pontes que vê no diálogo, na diplomacia, no multilateralismo a opção para resolvermos grandes desafios e conflitos no globo”, afirmou o chefe do governo português.
A eleição, que ocorreu na terça-feira, 3 de junho de 2026, foi recebida com entusiasmo em Lisboa, sendo vista como um reconhecimento do papel ativo de Portugal na cena internacional e da sua tradição diplomática. O país integrará o Conselho como membro não permanente, juntando-se a outras nações na discussão de temas críticos para a paz e segurança mundial.