Miguel Albuquerque considera que a direita sofreu uma derrota monumental nas presidenciais e anuncia que não dará indicação de voto na segunda volta, criticando a fragmentação do campo.
Miguel Albuquerque considera que a direita sofreu uma derrota monumental nas presidenciais e anuncia que não dará indicação de voto na segunda volta, criticando a fragmentação do campo.
António José Seguro venceu a primeira volta das presidenciais com 31,11% dos votos. André Ventura ficou em segundo, com 23,52%. A segunda volta está marcada para 8 de fevereiro.
Análise à primeira volta das eleições. António José Seguro regressa como candidato unificador, enquanto André Ventura mantém o discurso habitual. Crítica à atuação de Luís Montenegro.
Com um parlamento dividido em três terços, o papel do Presidente da República como gerador de consensos será crucial para evitar a paralisia política, especialmente em tempos de crise.
Seguro vence 1ª volta com 31,14% e enfrenta Ventura na 2ª. Montenegro sofre derrota por contágio após aposta falhada em Marques Mendes, que ficou pelos 11,32%.
Cotrim assume falha pessoal, mas responsabiliza Montenegro pela "péssima escolha" eleitoral. Destaca o movimento otimista criado, sem nomear a IL como sucessora.
PCP apoia Pedro Seguro nas presidenciais de 2026 para travar André Ventura, decisão tomada em horas, contrastando com o longo processo de apoio a Soares há 40 anos.
André Ventura avança para a segunda volta das presidenciais, mas sem a vantagem que desejava. O candidato do Chega encara um duelo já anunciado na campanha.
PSD não indica voto na 2ª volta após pior resultado presidencial de sempre com Marques Mendes. Montenegro foca na governação, mas internamente questiona-se se é "fim de um ciclo".