O PSD e o CDS propõem aumentar para dois anos o período mínimo de residência legal para acesso à Prestação Social Única (PSU) por parte de imigrantes, uma alteração que visa ajustar as regras atuais. Em contraste, o Chega mantém a exigência de cinco anos e quer criar uma prestação temporária para emigrantes que regressem a Portugal. Estas são algumas das diferenças que marcam o debate em torno da PSU.
As propostas foram entregues esta semana e revelam um mapa de consensos e divergências entre os partidos. Enquanto PSD e CDS defendem um período de residência mais curto, o Chega insiste em manter os cinco anos e introduzir uma nova prestação para facilitar o regresso de emigrantes. Outros partidos, como o PS e o BE, ainda não apresentaram propostas concretas, mas espera-se que o debate se intensifique nas próximas semanas.
A PSU é um dos pilares do sistema de proteção social em Portugal, e as alterações propostas podem ter um impacto significativo nas comunidades imigrantes e na diáspora portuguesa.